Setembro: Mês da Bíblia

O VALOR DA BÍBLIA EM NOSSA VIDA

No mês de Setembro, quando a Igreja nos exorta a concentrar nossos esforços no Estudo da Bíblia Sagrada, queremos motivar você a conhecer mais sobre as Escrituras.

Nota: Transcrevemos aqui texto de Dom Celso Antônio Marchiori, publicado no site da CNBB (link no final do artigo).

O Valor da Bíblia em nossa vida

As vozes dos bispos em Aparecida assim nos dizem: “Encontramos Jesus na Sagrada Escritura, lida na Igreja. A Sagrada Escritura, “Palavra de Deus escrita por inspiração do Espírito Santo”140, é, com a Tradição, fonte de vida para a Igreja e alma de sua ação evangelizadora.

Conhecer a Bíblia Sagrada

Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Daí o convite de Bento XVI: “Ao iniciar a nova etapa que a Igreja missionária da América Latina e do Caribe se dispõe a empreender, a partir desta V Conferência em Aparecida, é condição indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus.

Por isto, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da palavra: que ela se converta em seu alimento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Jesus são espírito e vida (cf. Jo 6,63).

Do contrário, como vão anunciar uma mensagem cujo conteúdo e espírito não conhecem profundamente? É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda nossa vida na rocha da Palavra de Deus” (Aparecida, 247).

A Bíblia Sagrada é uma Biblioteca

A Bíblia não é um livro, mas sim uma biblioteca. A Biblioteca mais importante do mundo.  Uma biblioteca que contém 73 livros, dos quais 46 são do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento.

Os assuntos de cada livro não se referem à história, à ciência, à filosofia… mas cada livro, enquanto redigido sob a moção do Espírito Santo, é uma mensagem viva de Deus Pai para nós seus filhos muito amados. Tudo ali tem sentido para a nossa vida no contexto histórico, social e religioso em que vivemos.

Por isso, quando nos colocamos diante de um texto bíblico tenhamos atitudes de muito amor e reverência. É Deus que nos está falando. E sua Palavra é eterna, ela permanece para sempre. Ela é, conforme o Salmo 118,105, “um facho de luz iluminando nosso caminho”.

A Palavra da Bíblia, que é “força de Deus para a salvação de todos os que crêem, manifesta seu vigor de modo eminente nos escritos do Novo Testamento” (DV 17). “Estes escritos nos fornecem a verdade definitiva da Revelação divina. Seu objeto central é Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado, seus atos, ensinamentos, paixão e glorificação, assim como os inícios de sua Igreja sob a ação do Espírito Santo” (DV 20).

Não existe nenhuma doutrina que seja melhor, mais preciosa e mais esplêndida que o texto do Evangelho. Aí contemplamos o que o nosso Mestre, Cristo Jesus, ensinou com suas palavras e realizou com seus atos (Cf. Catch. R. 127).

Evangelhos: Coração da Bíblia Sagrada

“Os Evangelhos são o coração de todas as Escrituras, ‘uma vez que constituem o principal testemunho da vida e da doutrina do Verbo encarnado, nosso Salvador’ (Catch. R. 125). Daí, a importância de o conhecermos através da leitura assídua e meditação destes textos sagrados que estão à nossa disposição para nosso enriquecimento espiritual.

Aliás, “a leitura da Sagrada Escritura, como também a oração da Liturgia das Horas e do Pai-Nosso e todo ato sincero de culto ou de piedade, reaviva em nós o espírito de conversão e de penitência e contribui para o perdão dos pecados” (Catch. R., 1437), motivando-nos para um engajamento na comunidade eclesial, concretamente falando, na comunidade paroquial.

Constantemente, por diversos meios, a Igreja nos exorta a todos, fiéis cristãos, a que, pela freqüente leitura das divinas Escrituras, aprendamos “a eminente ciência de Jesus Cristo” contida, particularmente, nos santos Evangelhos (Cf. Catch. R. 133).  Segundo a Dei Verbum, nº 25, lembremo-nos, de que a leitura da Sagrada Escritura deve ser acompanhada pela oração, pois, dessa forma se realiza em nosso interior um verdadeiro diálogo de Deus conosco, pois “a Ele falamos quando rezamos; a Ele ouvimos quando lemos os divinos oráculos” (S. Agostinho).

Portanto, assim como reservamos tempo para nos alimentar, dormir, trabalhar, estudar, assim também reservemos um tempo, que será precioso, para a leitura e meditação da Palavra de Deus na Bíblia. Que o mês de setembro, dedicado especialmente à Bíblia Sagrada, incentive-nos a cultivar o bom e santo hábito de lermos e meditarmos os textos bíblicos todos os dias.

O Catecismo da Igreja e a Bíblia Sagrada

Citando o documento Dei Verbum, o Catecismo da Igreja nos diz que o poder e a eficácia da Palavra de Deus é tão grande que ela constitui sustentáculo e vigor para nossa Igreja, e, para nós, seus filhos; na medida em que a lemos e a acolhemos como fez Maria, a Mãe de Jesus,  a Palavra se torna firmeza da fé, alimento da alma, pura e perene fonte da vida espiritual e nos incentiva  a nos comprometermos profunda e concretamente com o Reino de Deus.

Que em cada momento reservado para esse exercício espiritual, possamos contar com a ajuda de Nossa Senhora, que tão bem soube acolher e vivenciar a Palavra de Deus em sua vida. Na verdade, ela gestou o Verbo de Deus em seu ventre virginal e nos proporcionou a graça de o termos entre nós como um de nós, para que assim nos tornássemos como ele, verdadeiros filhos de Deus.

Amados irmãos e irmãs, o meu desejo é que todos possamos manusear mais e melhor a Bíblia Sagrada para nosso crescimento espiritual e para uma vida católica mais comprometida. Iluminados pela Palavra sigamos nosso caminho de discípulos missionários para que o mundo creia e tenha vida.
Deus abençoe a todos.

Dom Celso Antônio Marchiori
Fonte: http://www.cnbb.org.br/o-valor-da-biblia-em-nossa-vida/

Igreja no Brasil celebra o Mês da Bíblia

O mês de setembro se tornou o mês referência para o estudo e a contemplação da Palavra de Deus, tornando-se em todo o Brasil, desde 1971, o Mês da Bíblia. Desde o Concílio Vaticano II, convocado em dezembro de 1961, pelo papa João XXIII, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais.

A celebração surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), e logo em seguida, a proposta foi lançada e aceita por toda a Igreja no Brasil.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional (GREBIN), dando continuidade à 12ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (2008), propôs para o Mês da Bíblia do ano o estudo do livro de Jonas, com destaque para a evangelização e a missão na cidade.

“Ele [livro de Jonas] tem como objetivo principal ajudar o povo a cumprir o anseio do último Sínodo (2008) que destacou o mandato missionário de todo cristão como consequência do Batismo. Acrescenta-se a isso o fato do documento de Aparecida também destacar o valor do mandato missionário. Outras motivações contribuíram para a escolha do livro de Jonas: a Campanha da Fraternidade Ecumênica e o Ano Paulino, que refletiram sobre a evangelização do mundo urbano. Através do livro de Jonas, Deus faz o mesmo apelo aos cristãos de hoje: ‘Levanta-te e vai à grande cidade’ (Jn 1,2) para denunciar as injustiças e proclamar a sua misericórdia”, destacou o bispo da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, dom Jacinto Bergmann.

Para a assessora da Comissão Bíblico-catequética, Maria Cecília Rover, responsável pela parte bíblica da Comissão, o Documento de Aparecida trata o caminho de formação dos discípulos missionários, principalmente apontando para o texto escolhido para o Mês da Bíblia. “O Documento de Aparecida nos alerta para as muitas formas de nos aproximarmos da Sagrada Escritura, e destaco a Leitura Orante como a maneira privilegiada. No Livro de Jonas, ele nos ensina a não temermos os grandes desafios, levando o Evangelho a todas as direções que seguirmos. Este é o grande auxílio que vejo com o Mês da Bíblia, ele mobiliza a sociedade em torno de um tema específico, fortalecendo a comunhão social e despertando o ardor missionário de cada cristão”.Este ano, a novidade fica por conta do livreto, em forma de leitura orante, confeccionado pelo GREBIN, e nele consta quatro leituras sobre o livro de Jonas. Além do livro, há o cartaz e o texto-base.


BÍBLIA: A GRANDE CARTA DE AMOR DE DEUS PARA NÓS!

“Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça ” (2Tm 3,16). A Bíblia foi escrita por pessoas chamadas e escolhidas por Deus e que foram inspiradas através do Espírito Santo. Ela revela o projeto de Deus para o mundo; serve para que todos possamos crescer na fé e levar uma vida de acordo com o projeto de Deus. Por isso, ela é a grande “Carta de Amor” de Deus à Humanidade.

O objetivo do mês da Biblia é infundir no povo a convicção de que a Palavra de Deus é, por excelência, o livro que deve ser inserido na vida de cada pessoa. Fazer com que as famílias sintam necessidade de ter uma Bíblia em casa e incentivar a reunião das comunidades para o estudo e a vivência da Palavra de Deus.

“A centralidade da Palavra de Deus tem impulsionado a vida e a ação evangelizadora da nossa Igreja. A redescoberta da Sagrada Escritura e o seu uso constante por todas as Igrejas Cristãs no Brasil tem sido muito significativo para o processo e crescimento da experiência da fé das comunidades espalhadas pelo nosso imenso país”.

Setembro é dedicado de forma especial “à Palavra de Deus”, e o período é um estímulo para os fiéis se tornarem responsáveis pela causa de Jesus por meio do discipulado. “Isso também nos ajudará a sermos mais discípulos missionários de Jesus Cristo – Caminho certo, Verdade segura e Vida plena”.

Alguns conselhos práticos para quem quer ler, conhecer e viver segundo a Bíblia:

  1. Pedir sempre ajuda ao Espírito Santo, isto é, iniciar sempre com uma oração;
  2. Começar pelos livros e textos mais fáceis, ou seja, os Evangelhos, Atos dos Apóstolos…;
  3. Ler e meditar um texto por dia (não é a quantidade que importa, mas a qualidade);
  4. Procurar descobrir o contexto em que o texto foi escrito, ou seja: por que e para quem o texto foi escrito;
  5. Anotar na sua Bíblia os textos que mais chamam a atenção;
  6. Quando encontrar textos difíceis, passar adiante, deixar estes textos para quando participar de um curso ou quando encontrar pessoas que podem ajudar a explicar;
  7. Atualizar o texto para hoje: colocá-lo em prática na vida. Celebrar e rezar a Bíblia e a vida. Viver a Palavra!

MÊS DA BÍBLIA

“Levanta‐te e vai à grande cidade” (Jn 1,2)

Desde o Vaticano II, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais. O mês de setembro se tornou o mês-referência de um despertar mais atento para o estudo, a vivência e o testemunho da Palavra de Deus. Este é o 39º ano que a Igreja celebra o Mês da Bíblia. No início somente na Arquidiocese de Belo Horizonte, mas logo em seguida, a proposta foi lançada e aceita portoda a Igreja no Brasil. A partir daí temos dado uma maior importância e atenção às Sagradas Escrituras através de estudos, cursos, reflexão e oração.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico Catequética, juntamente com o GREBIN (Grupo de Reflexão Bíblica Nacional), dando continuidadeà XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (2008) que destacou o mandato missionário de todos o cristão como consequência do seu Batismo, está propondo para o mês da Bíblia deste ano de 2010, o estudo e meditação do livro de Jonas com destaque para a evangelização e a missão na cidade.

O Documento de Aparecida, ao tratar do caminho de formação dos discípulos missionários, nos alerta para as muitas formas de nos aproximarmos da Sagrada Escritura, e destaca a Leitura Orante como a maneira privilegiada e à qual todos somos convidados. Essa leitura orante, bem praticada, conduz ao encontro com Jesus-Mestre (Cf. DAp, n.249). Estamos oferecendo às famílias, comunidades, grupos de reflexão e oração o livrinho com quatro leituras orante sobre o livro de Jonas. Nele se reforça a ideia de universalidade e gratuidade do amor de Deus, que reconhece o valor de todos.

Querido (a) Catequista; caro (a) agente de pastoral; amado cristão (ã)! Procure em sua comunidade esse material (ou peça às Edições CNBB) e em grupos faça o estudo e experiência do encontro com Jesus através da Sagrada Escritura. Que Jonas nos ajude a vencer a tentação do comodismo e da fuga dos desafios que a vida e a missão nos apresentam hoje! E que este mês da Bíblia nos desperte para um crescente ecumenismo, uma capacidade cada vez maior de acolher a todas as pessoas sem acepção.

D. Jacinto Bergmann
Bispo da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico Catequética

Mês da Bíblia: converter-se para evangelizar

Setembro é o mês da Bíblia. Esta iniciativa surgiu em 1971 na Arquidiocese de Belo Horizonte e, logo em seguida, foi lançada e aceita em toda a Igreja do Brasil. Começou-se, então, a dar maior atenção à Bíblia, com estudos, reflexões e orações.

O Documento de Aparecida destaca esta prática no Caminho de Formação dos Discípulos Missionários. Bento XVI propõe: “Ao iniciar a nova etapa que a Igreja missionária da América Latina e do Caribe se dispõe a empreender, a partir desta V Conferência em Aparecida, é condição indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. Por isso, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da Palavra: que ela se converta em seu alimento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Jesus são espírito e vida (cf. Jo 6,63 – Dap, 247).

Entre as várias formas de aproximação à Bíblia, está a Leitura Orante da Bíblia, também chamada de Lectio Divina.  “Esta leitura orante, bem praticada, conduz ao encontro com Jesus – Mestre, ao conhecimento do Jesus-Messias, à comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus-Senhor do Universo. Com seus quatro momentos (leitura, meditação, oração e contemplação), a leitura orante favorece o encontro pessoal com Jesus Cristo, semelhante ao modo de tantos personagens do Evangelho: Nicodemos (Jo, 3, 1-21); a Samaritana (Jo, 4, 1-42), o cego de nascimento (Jo 9) e Zaqueu (Lc, 9, 1-10)” (Dap, 249).

A Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética, juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional da CNBB, dando destaque ao mandato missionário de todo o cristão em conseqüência de seu Batismo, está propondo para o mês da Bíblia 2010, o estudo e a meditação do Livro de Jonas com destaque para a evangelização e a missão na cidade.

“E veio a Palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: “LEVANTA-TE, VAI À GRANDE CIDADE DE NÍNIVE E CLAMA CONTRA ELA, PORQUE A SUA MALÍCIA SUBIU ATÉ MIM” (Jn, 1, 1-2). Era uma ordem de Deus a seu Profeta! Ele que acreditava no Senhor não tinha outra coisa a fazer senão obedecer, partir! Mesmo com os temores naturais se ele fosse ou não aceito, se fosse ridicularizado, expulso… ou até martirizado!

E aqui começa o drama de Jonas! Parte, sim! Vai até o porto, compra uma passagem… mas não para Nínive, e sim para Társis “para fugir diante da face do SENHOR” (Jn, 1,3). Em resumo: a viagem fracassa; surge uma grande e inesperada tempestade. Os marinheiros percebem tratar-se de um castigo divino dirigido contra alguém, que viajava no barco. Tiraram a sorte para saber quem seria jogado ao mar. A sorte caiu sobre Jonas, que confessou tudo. Foi jogado ao mar. E um grande peixe o engoliu, onde ficou por três dias e depois o vomitou na praia do mar.

Aí, então, obedeceu a Deus. “E veio a palavra do Senhor segunda vez a Jonas dizendo: “Levanta-te e vai à grande cidade de Nínive, e prega contra ela a pregação que eu te disse. E levantou-se Jonas e foi a Nínive… (Jn, 3, 1-3). Esta era uma grande cidade. E Jonas foi caminhando e anunciando: “Dentro de quarenta dias Nínive será destruída” (Jn, 3,4). E o Povo foi acreditando em sua pregação. Começou a fazer penitência. O rei também acreditou e se arrependeu. E decretou: “Cada um deverá voltar atrás de seus caminhos perversos e deixar de praticar todo o tipo de opressão. Quem sabe, assim, Deus volta atrás, tem compaixão, revoga o ardor de sua ira e nós deixamos de ser destruí-dos?” (Jn, 3, 8-9). Deus viu o que eles fizeram e como voltaram atrás de seus caminhos perversos. Compadecido, desistiu do mal que tinha ameaçado. Nada fez” (Jn, 3,10).

Jonas ficou desgostoso do final de sua pregação, pois ele queria o castigo dos maus. Mas Deus ainda lhe faz ver como é seu modo de agir: “E eu não terei pena de Nínive, esta enorme cidade de mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem distinguir entre a direita e a esquerda, além de tantos animais?”

Assim termina o livro de Jonas, que é uma exortação à conversão e à misericórdia, de que tanto precisava Jonas e nós também. O povo e os cristãos atuais, os habitantes de nossas cidades, devem deixar-se corrigir pela Palavra inspirada, santa e perfeita, útil para exortar e para “discernir os propósitos do coração” (Hb, 4, 12).

Em pleno ano missionário, que nossa Diocese de Santos esteja em Missão Permanente, com a Palavra de Deus na mão: “ESCUTA, SEGUE E ANUNCIA”. COM NOSSA SENHORA DO MONTE SERRAT, CAMINHEMOS EM MISSÃO COM JESUS – em todas as nossas cidades.

Dom Jacyr Francisco Braido

Para estudo mais aprofundado da Bíblia Sagrada:
Formação Bíblica:
http://www.pnslourdes.com.br/formacao/formacao-biblica/
A Bíblia Comentada (em 3 partes para estudo):
http://www.pnslourdes.com.br/formacao/a-biblia-comentada-parte-1/